domingo, 22 de março de 2009

UGT espera que o próximo Governo “seja sensível” ao aumento do salário mínimo

O líder da UGT, João Proença, espera que o próximo Governo “seja sensível” à necessidade de aumento do Salário Mínimo Nacional (SMN), mesmo depois de o presidente da Confederação da Indústria Portuguesa (CIP), Francisco Van Zeller, ter considerado que chegar aos 500 euros em 2011 é apenas “uma indicação”.
O
Joãozinho, Joãozinho, nesse teu papel de amarelo a fingir ser sindicalista, queres que a malta caia na esparrela de acreditar que o teu chefe Zézito é um gajo de esquerda…
És rato Joãozito… com essa dos 600€ de ordenado mínimo para dia de São nunca…

4 comentários:

Ana Camarra disse...

Claro que sim, muito sensiveis....

Que nojo esse trafulha!

beijo

Marreta disse...

Ui, mais um cromo saido duma colecção de cromos interminável.
Este é daqueles que facilmente se arranjam muitos para a troca.

Saudações do Marreta.

aDesenhar disse...

Mais um
João Ratão
aldrabão.

alex disse...

A fantástica manifestação de 13 de Março foi convocada para repudiar a política do governo de José Sócrates, um primeiro-ministro que foi eleito por um Partido Socialista inscrito na Internacional Socialista, herdeiro precisamente do património social-democrata, co-responsável pela conquista civilizacional do modelo social europeu. No entanto, Sócrates é o executor de um plano que pretende alterar o modelo social europeu a que Portugal aderiu após o 25 de Abril e que integra o nosso quotidiano a todos os níveis.
Mais uma vez, quase ninguém parou para pensar e questionar sobre que país estamos a querer construir. Será que a solução para o défice do Estado é despedir os funcionários das autarquias, da segurança social e das finanças, os professores e auxiliares das escolas, os médicos e enfermeiros dos centros de saúde e dos hospitais? Vai tudo p’ra rua? E como é no dia seguinte?
Na saúde será que o caminho que se está a seguir vai empurrar as pessoas para a medicina privada? Depois do fecho das maternidades e de centros de saúde, depois da intenção de introduzir novas taxas moderadoras, qual o próximo degrau? Que valores irão para o caixote de lixo em nome da propagandeada eficácia da medicina privada que, todos sabemos, não tem capacidade para responder às necessidades de todos os cidadãos?
Por exemplo, as escolas vão recorrer a outsourcing entregando a função dos professores e dos funcionários a empresas privadas? Ou será que o objectivo é acabar com o ensino público e privatizar também este serviço, para que aquilo que é um direito de todos passe a ser uma mercadoria que dá lucro a alguns?
E nas repartições das Finanças? E na Segurança Social? Fecha-se também?
E, já agora que estamos com a mão na massa, extingue-se o Posto da GNR e contrata-se uma empresa privada de segurança? E quem paga?
Assim, coloca-se-nos a seguinte questão: não será melhor substituir este governo por outro mais responsável e que entenda melhor a nossa realidade histórica, social, económica e cultural?
A Grande Manifestação de 13 de Março foi contra uma política anti-Socialista levada a cabo, ironicamente, por um Primeiro-Ministro que se afirma Socialista!!!

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