sexta-feira, 20 de março de 2009

Dirigentes ou mudam ou "são mudados" pelos votos, diz Mário Soares

O voto é uma manifestação de opinião que pode levar à mudança, defendeu ontem o antigo Presidente da República Mário Soares, perante uma audiência de jovens, acrescentando que, quando estes se começarem a manifestar, os dirigentes têm que mudar, sob pena de serem mudados.
O
Mas o Zézito, não acha, julga-se uma Maria Antonieta, “SE NÃO TÊM PÃO QUE COMAM BOLOS”, claro que a estúpida da austríaca, acabou por perder a cabeça! Na manifestação de 200.000 em Lisboa, o Pinóquio diz que não passaram de uns parvos manejados pelo PCP, de uns malcriados, mal agradecidos que lhe andaram a chamar nomes. Na manifestação de ontem em França, que foi proporcionalmente muito menor em número de manifestantes, Sarkozi vai tomá-la em mais consideração, porque os "protestantes" provavelmente devem ter queimado e partido tudo o que apareceu e andaram à porrada com a polícia.

SERÁ QUE EM PORTUGAL TEREMOS QUE FAZER O MESMO?

3 comentários:

bnps disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
aDesenhar disse...

temos muito a aprender com os franceses no que toca a manifs.
Este pinóquio precisa de mais uma
mas à francesa, e no fim antes de regressarem a casa, ordeiros como carneiros, não se esqueçam de o atirarem ao Tejo.

alfa disse...

A política levada a cabo pelo governo de José Sócrates revela o que é a nova tendência de inspiração neoliberal de organização da sociedade europeia, nesta nova fase do capitalismo globalizado, deixando para trás o contrato social do pós-guerra que originou as sociedades que seguem o modelo social europeu.
Nesta nova fase do capitalismo, que é representado por uma nova classe de gestores e economistas em concordância com a política deste governo, põe-se em causa o modelo social europeu através da restrição dos direitos sociais, da diminuição das funções sociais do Estado e da eliminação de direitos laborais.
Um dos aspectos chocantes deste neoliberalismo é o aumento dos salários e abonos para gestores das empresas públicas e reduções salariais para todos os outros. “Salários” dos trabalhadores passaram a ser “custos” que têm que ser reduzidos, excepto para essa nova elite!!!
Enquanto se organiza uma aristocracia de empresários, financeiros e gestores - que entre nós se junta no chamado “Compromisso Portugal” -, há uma nova classe trabalhadora em formação em Portugal, e na Europa, que é uma regressão social em termos históricos e que consiste na generalização do trabalho precário e na absoluta insegurança profissional dos trabalhadores.

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